Egito

O destino

Egito: um destino monumental


Viajar para o Egito é como viajar no tempo e na história. Terra do Nilo e das Pirâmides, o Egito fascina a quem dele se aproxima, envolvendo todos num clima de mistério e grandiosidade.

De Heródoto a Napoleão, e até os dias de hoje, a história da civilização egípcia está sempre numa nuvem mística, resultado da inevitável mistura de deuses, mitos, monumentos e personagens de grande poder e riqueza, que marcaram, indelevelmente, a história da humanidade.

Por sua história, pela antiga civilização faraônica, pelas pirâmides de Gizé e a Esfinge, o conquistador Marco Antônio e Cleópatra, e também pelos sítios arqueológicos como o templo de Karnak e o Vale dos Reis, viajar ao Egito é fascinante!

A República Árabe do Egito (Jumhuriyah Misr al-'Arabiyah) é um país do norte da África que inclui a Península do Sinai, na Ásia, o que o torna um Estado transcontinental. O Egito é reconhecido como um país politica e culturalmente importante no Oriente Médio e no Norte de África.

O Egito faz fronteira com a Líbia a oeste, o Sudão a sul e Israel e a Faixa de Gaza a nordeste. O país controla o canal de Suez, que liga o Mediterrâneo ao Mar Vermelho e, por conseguinte, ao oceano Índico. Embora seja um dos países mais populosos da África, a maior parte de sua população vive nas margens no Rio Nilo, a única área de cultivo do país.

As temperaturas médias do Egito situam-se entre 27 e 32 °C no verão, chegando a 43 °C no litoral do mar Vermelho, e entre 13 e 21 °C no inverno. Um vento constante de noroeste ajuda a baixar a temperatura no litoral mediterrâneo. Entretanto, outro vento, o Khamsin, sopra do sul na primavera, trazendo areia e poeira, e pode elevar a temperatura no deserto para mais de 38 °C. Tenha sempre um chapéu e um lenço com você e aproveite cada detalhe deste país inesquecível.

Para entrar no Egito é obrigatório tomar a vacina contra febre amarela e recomendam-se as vacinas contra hepatite A, tétano e difteria.

No Egito a língua oficial é o árabe; o inglês e francês são falados pela elite culta.
As etnias existentes são egípcios, berberes, beduínos, gregos, armênios, europeus principalmente italianos e franceses. Deles a maioria é das religiões muçulmana sunita (90%), cristãos coptas (9%) e outros cristãos (1%).

As regiões do deserto do Saara são pouco habitadas, metade da população vive nos centros urbanos como Cairo, Alexandria entre outras cidades do Delta do Nilo.

Cairo: a capital e a maior cidade do Egito se situa nas margens do Rio Nilo, com 7,9 milhões de habitantes e é um museu aberto com a mistura do antigo e do moderno; Cairo se caracteriza também pela diversidade de culturas e pessoas. Nesta cidade você não ficará aborrecido, pois opções de passeios não faltam.

Península do Sinai: é uma península montanhosa e desértica do Egito entre os Montes do Sues e Aqaba. Está posicionada entre a África e a Ásia, separando o Mar Mediterrâneo e o Mar Vermelho, com uma fauna muito variada de aves e 5 mil tipos de plantas. Toda essa região possui petróleo, ouro e minerais. E todos os profetas passaram pela península. Imperdível fazer um safári neste deserto.

Não deixe de ver

Para se divertir no Egito


No Egito, não é preciso esconder o corpo, mas também é conveniente não mostrar demais. Use sempre chapéu e protetor solar, roupas confortáveis e divirta-se em passeios incríveis. Seguem algumas dicas:

Faça um Cruzeiro pelo Nilo. Nunca é demais lembrar que o Egito é uma dádiva do Nilo. Além do mais, navegá-lo é a melhor maneira de conhecer três dos mais bem conservados templos do país:

Dendera - Inteiramente dedicado a Hator, deusa do amor e do sexo, protetora das mulheres e considerada babá do faraó. Todas as colunas têm capitéis com o rosto da deusa, sempre sem o nariz, culpa de um dos muitos invasores do Egito.

Edfu - Mede 137 por 79 metros, o que o faz o segundo templo do Egito depois de Karnak. É dedicado a Horus, o falcão, marido de Hator. Consta que os deuses se visitavam anualmente, o que era motivo de festas que duravam um mês. Aqui os capitéis são variados: feixes de trigo, palmeiras, flores de lótus. Sem dúvida, serviram de inspiração para a art nouveau, séculos depois.

Kom Ombo - Dedicado ao deus crocodilo Sobek e também a Horus, foi construído por Ptolomeu VI, no século 3 de nossa era. A localização é privilegiada: numa acrópole à beira do Nilo. Penso que no Egito todos os templos e estátuas não são apenas templos e estátuas, mas sim eternos vigilantes e testemunhas da história.

Culinária: no Egito come-se muito carneiro, muita hortelã, muito trigo sarraceno, muita berinjela, muito grão de bico... Para quem gosta, é um banquete atrás do outro. As refeições são fartas e saborosas. E terminam sempre com aqueles doces maravilhosos, banhados em mel. Entregue-se ao prazer desta culinária, onde até o pão é um capítulo à parte: crocante, sempre fresquinho e assado em ardentes fornos a lenha. Ver as mulheres preparando os pães à beira do Nilo, no chão, é um espetáculo.

O balneário de Sharm El-Sheikh, famoso ponto de mergulho na Península do Sinai, é a base perfeita para visitar o Mosteiro de Santa Catarina, aos pés do Monte Sinai, onde Moisés, segundo a tradição, recebeu as Tábuas da Lei. Local sagrado para cristãos, judeus e muçulmanos, é um conjunto de construções, algumas datadas do século 4 de nossa era.

A Pirâmide Escalonada de Sakara, nas imediações do Cairo é o monumento mais antigo do Egito e do mundo, datado de 2650 a.C. Não bastasse isso, ela ainda impressiona pela grandeza e pela sensação de paz que proporciona, pelo fato de a urbanização da cidade não ter chegado até lá.

Os templos de Karnak e Luxor , mais que templos, são um conjunto de santuários, colunas, pilares e obeliscos dedicados aos deuses tebanos e aos faraós. Têm de ser vistos durante o dia e à noite, quando o deslumbre é ainda maior. Impossível não se emocionar. Há uma avenida das esfinges ligando Karnak a Luxor e o moderno e bem equipado Museu de Arte Antiga Egípcia vale a visita.

Aproveite também para passear de charrete, ou a pé, à beira do Nilo, preguiçosamente, é um luxo que, vivido a dois, torna-se um momento eterno, tão belo e mágico como é a história do Egito.